sábado, 24 de maio de 2014

On kurson






















Esfinge em mim mesma,
Lágrimas petrificadas,
Ocultas em mãos frias.
Palavras sacrificadas!

Estive no deserto frio
Congelada por fora,
Sangrando por dentro.
Tudo em vão por ora.

Mas está na hora de cantar
Por todas feridas dessa vida,
Por toda maldição ferida
E em toda máscara, limitar.

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Um comentário:

Dênis Girotto de Brito disse...

Muito bom seu blog. Ótimo conteúdo.
Já seguindo e grande abraço.

O POETA E A MADRUGADA
opoetaeamadrugada.blogspot.com