segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Sangue



Minha rosa desfolha-se...
A primavera consome-se
A gota cai, cheiro de chuva
A gota cai, o cheiro de sangue!



O vento toca as minhas pétalas
Me sinto só diante de minha sina
Estarei sozinha por quanto tempo?

Sorrio num instante de insanidade
Para confundir a guerra que criei
Para deixar iluminar a escuridão
Que se abate dentro de minha alma

- Mas o medo não impedirá de tentar
As tentativas não evitarão quedas,
As quedas não me farão ajoelhar,
Os joelhos me farão levantar!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . (e gritar)

Acreditarei eu, no brilho das estrelas

Como uma criança acredita no amor
Lutarei contra todos meus demônios
Em busca de meu único anjo... único

Enquanto sorrio o tempo passa impetuoso
E o instante se esvai como areia nos dedos
Sou só uma rosa vermelha ao vento novamente
Sangrando diariamente sob os olhos de todos...

2 comentários:

Lacobos disse...

Ah, essa imagem que escolheu é phoda demais!

E as 4 primeiras linhas parecem - na verdade me lembram rs - um HaiKai

Gisella disse...

Heeee simplesmente uma rosa no vento!!!
he incrivel como pessoas podem nos deixar assim naum he vdd???

bjkas
Obigada msm por me seguir!!!!